Rita Marques - Soprano


Rita Marques - SopranoRita Marques nasceu em Caldas da Rainha. Concluiu a licenciatura em Canto na Escola Superior de Música de Lisboa (2010-2013) na classe da professora Sílvia Mateus.
Em ópera, foi Rainha da Noite em “Die Zauberflöte”, de W. A. Mozart; Princess, Young Lady e Dame em “Lady Sarashina”, de P. Eötvos; Despina em “Così fan tutte”, de W. A. Mozart; Sofia em “Il Signor Bruschino” de G. Rossini e Soeur Alice em “Dialogues des Carmelites” de F. Poulenc.
Como bolseira da Fundação Calouse Gulbenkian/ENOA – European Network of Opera Academies, frequentou workshops com Claudio Desderi (FCG, Lisboa, Out/2014, Jun/2015, Out/2015), June Anderson e Cecilia Gasdia (Verona, Set/2015) e o workshop “Wiener Operette” na Bayrische Theaterakademie (Munique, Out/2015).
No ano 2016/2017, frequentou o Centre de Perfeccionament Plácido Domingo, em Valência, onde trabalhou com os maestros Ramón Tebar, Fabio Biondi e Roberto Abbado e com os pianistas Aida Bousselma, Stanislav Angelov e Jose Ramón Martin. Em Workshop, trabalhou com Nacho Fresneda (teatro), Sonia Prina (interpretação), Davide Livermore(interpretação de Monteverdi), e Roger Vignoles (interpretação de “Myrthen” de R. Schumann). Trabalhou ainda com Manuela Custer e Enedina Lloris como preparadoras vocais. Como aluna do CPPD, foi Governess em “The turn of the Screw”, de B. Britten (direcção musical de Christopher Franklin e encenação de Davide Livermore, Jun/2017, Teatre Martín i Soler, Valência) e Roggiero em “Tancredi” de R. Rossini (Direcção musical de Roberto Abbado e encenação de Emilio Sagi, Jun/2017, Palau de Les Arts Reina Sofía, Valência).
Em Maio de 2017 colaborou com Plácido Domingo no seu concerto no MEO Arena, em Lisboa, com direcção musical de Eugene Kohn.

Angel Pazos - Tenor


Angel Pazos - TenorTenor,  natural  de Irún, realiza os seus estudos no Conservatorio de Bayona, obtendo medalha de ouro, por unanimidade no curso superior, continuando a especializar-se no CNIPAL de Marselha, e na Opera Studio de Düsseldor, sob a direção dos maestros: Iñaki Olazábal, Tibere Rafalli,  Teresa Zylis-Gara, Regina Resnik, e Mady Mesplé.
A sua experiencia com diferentes orquestras europeias: Marselha, Bilbao, Pau, Solingen,etc, permitiu-lhe ter um amplo reportório de Missas e Oratórias, (de Mozart, Verdi, Saints-Saens, Donizetti, Schubert, Rossini, etc..) em festivais e temporadas de toda Europa, em diversos locais como: Catedrais de Chartres, Bordeaux y Pau, Trinité de Paris, Festival de Antibes,etc.
Na ópera desempenha papéis como Ferrando de “Cosi fan tutte” de Mozart, Tamino de “La Flauta Mágica”de Mozart, Valerio  de “Il marito disperato” de Cimarosa, Le moine Poéte  de “Le jongleur de Notre-Dame” de Massenet, Alfredo de “La Traviata”, Paco de “La vida Breve” de Falla, Doctor Faust en Faust de Gounod , Don José de “Carmen” Donizetti en Theatre du Passage de Neuchatel, Festival Lago di Garda, Politeama de Bra y Amaia de Irún, Arturo y Edgardo de “Lucia de Lammermoor” de Donizetti en la Opera de Avignon y Amaia de Irun o Des Grieux  de  “Manon” de Massenet con Opera Eclaté, Rodolfo de “La Boheme” de Puccini en el Amaia  de Irún, Ernesto de “Don Pasquale” en Teatro Superga de Nichelino, Consorziale de Budrio, Toselli de Cuneo, Politeama de Bra y Amaia de Irun, Paris  de “La Belle Helene” de Offenbach en el Festival de Bearn-Pyrinées,  La Theiére et Le petit vieillard  de “L`enfant et les sortileges” de Ravel y Messaggero de “Aida” de Verdi  en  la  Opera de Düsseldorf y Duisburg asi como “Vicente” en “El Cantor de México” de F.López en el Amaia de Irun, entre muitos outros, em variados locais.
 
Foi também premiado nos Concursos Internacionales de Canto de Cosenza, Irún (Luis Mariano) e Logroño, para além de se especializar desde 1993 no reportório de Luis Mariano, incluindo numerosos recitáis e homenagens ao célebre cantor irunés, acompanhado pelo que foi o seu pianista, José Luis Azcue.
Também é fundador, criador e director artístico da Asociación Lírica Luis Mariano Irun  desde 2004.

Cátia Nicolau - Bailarina


Cátia Nicolau - BailarinaNatural de Portugal. Ensino secundário em dança no Ginasiano escola de dança (1993/208). Bacharelato em dança clássica e moderna/ contemporânea na Holanda- Codarts Hogeschool voor de Kunsten (2008/2012). Em 2017 terminou a Pós Graduação em Dança Contemporânea na Esmae / Teatro Municipal do Porto. Trabalhou e dançou reportório de: Hans Van Manen, Jiri Kylian, Regina van Berkel, Conny Janssen dance company, Neel Verdoorn e Scapino Dance Company. Dançou reportório em Itália, Canadá, Brasil, Alemanha, Holanda, Bélgica e realizou uma formação em Wuppertal- Alemanha na companhia de dança da Pina Bausch. Estagiou na Kale- companhia / escola de dança em 2011/2012. Atualmente é professora de técnica de dança clássica e contemporânea em várias escolas e academias de dança. Sendo que ainda exerce a profissão de bailarina e professora em companhias de dança e em eventos em Portugal e no exterior.

Dinis Santos - Bailarino


Dinis Santos - BailarinoDinis Santos, natural do Porto e nascido a 17 de Agosto de 1994. Desde muito cedo que teve contacto com o movimento físico. Passou pela natação, karaté, ténis e ginástica artística, onde obteve o título de campeão nacional por dois anos consecutivos. Aos 14 anos ingressa no curso de dança artístico na Escola de Dança Ginasiano. Após a conclusão do curso segue a vertente de bailarino profissional na Kale Companhia de Dança, onde já trabalhou com nomes como: Eldad Ben Sasson, Elisabeth Lambeck, Joclécio Azevedo. Com a Companhia Instável, interpretou "Cribles" de Emanulle Huynh e Barro de Mafalda Deville. Em 2018, estreou -se na peça "A ballet story " de Victor Hugo Pontes.

Orquestra do Atlântico


Criada para a realização de Ópera, a Orquestra do Atlantico é dirigida a partir de uma experiência artística feita no contexto nacional e internacional, através de múltiplas participações em produções standard e de novos compositores. Este background, qualifica-a para a abordagem de toda a música sinfónica, do barroco à atualidade, nomeadamente o acompanhamento de concertos solísticos.
Colaborou nas produções de: Barbeiro de Sevilha, Carmen, Visitação à Ópera de Mozart e no plano pedagógico em O Crepúsculo do Crítico de Henrique Silveira.
Da sua programação prevista para 2018/2019, destaca-se a realização de Concertos e Ópera com a colaboração de prestigiados solistas e maestros internacionais, integrando as produções de: Ópera no Património, Concertos de Verão, Ópera na Academia e na Cidade e a realização de Concertos Didáctico-Pedagógicos.

Maestro José Ferreira Lobo


Maestro José Ferreira LoboJosé Ferreira Lobo iniciou a sua actividade profissional em 1979 como Maestro Director da Camerata do Porto, orquestra de câmara que fundou com Madalena Sá e Costa.

Com a colaboração de solistas prestigiados internacionalmente, apresentou-se em inúmeros concertos, no país e no estrangeiro. Em 1992, funda a Associação Norte Cultural, sendo o seu projecto o vencedor do primeiro Concurso para criação de Orquestras Regionais, instituído pelo estado português. Neste contexto, cria a Orquestra do Norte, de que é o seu Maestro Titular e Director Artístico.
Colaborou com artistas consagrados internacionalmente como Krisztof Penderecki, José Carreras, Júlia Hamari, Regis Pasquier, Katia Ricciarelli, Patrícia Kopatchinskaya, Michel Lethiec, Eteri Lamoris, António Rosado, Dame Moura Linpany, Svetla Vassileva, José de Oliveira Lopes, Vincenso Bello e Fiorenza Cossotto.

Da sua carreira internacional destaca-se a direcção de ópera e concerto na África do Sul, no Brasil, na Alemanha, China, Coreia do Sul, no Chipre, em Espanha, nos Estados Unidos da América, no Egipto, em França, na Holanda, Inglaterra, República Checa, Eslováquia, Lituânia, Itália, Letónia, no México, na Polónia, Roménia, Rússia, Suíça, Turquia, Colômbia e na Venezuela, colaborando com orquestras de renome como Manchester Camerata, Orquestra Sinfónica Nacional da Lituânia, Orquestra de Cannes, Orquestra Sinfónica da Galiza, Orquestra Sinfónica de Izmir, Orquestra Filarmónica Checa, Orquestra Sinfónica de Istambul, Orquestra CRR de Istambul, Orquestra da Rádio Televisão de Pequim, Orquestra Sinfónica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, Orquestra da Rádio Nacional de Holanda, Orquestra Sinfónica do Estado do México, Orquestra Sinfónica da Universidade de Nuevo Leon, Filarmónica Artur Rubinstein - Lodz, Orquestra Hermitage de St. Petersburg, Orquestra Sinfónica de Zurique – Tonalle, Sinfonieta Eslovaca, Sinfonia Varsóvia, Orquestra Filarmónica de Montevideo, Orquestra Nacional de Atenas e com os Seoul Classical Players.

José Ferreira Lobo apresentou-se em algumas das mais importantes salas de espectáculo do mundo, nomeadamente na Filarmonia de Munique, Tonhale de Zurique, Ópera Nacional do Cairo, no Centro Cultural de Hong Kong, Centro Cultural de Pequim, Teatro Solis de Montevideo, Teatro Cláudio Santoro de Brasília, Teatro Teresa Carreño de Caracas, na Filarmonia de Vilnius, na sala Smétana de Praga e no Hermitage de São Petersburgo. Interpretou ainda música sacra nas igrejas da Madelaine, em Paris, Catedral de Catânia (Festival Bellini) e Orsanmichele, em Florença.
É regularmente convidado a integrar mesas de júri de prestigiados Concursos Internacionais. Dirigiu estreias mundiais de compositores franceses, portugueses, suíços e turcos.

Possui um amplo repertório que abrange o clássico e o romântico, passando por trabalhos contemporâneos e trinta títulos de ópera.
Gravou para a Rádio Televisão e Rádio Difusão Portuguesas e Rádio Suisse – Romande. Com a Orquestra do Norte gravou nove CD’s.